Figurino em “Agruras”, conversa com Claudia Melo

Entrevista com a figurinista Claudia Melo

Que atividades você desenvolve no campo da arte? Conte-nos o seu itinerário artístico:

Eu sou formada em moda. Trabalhei com fantasias de carnaval por 5 anos aproximadamente, participei de exposições coletivas em São Paulo como: O Vestuário Cênico com técnicas Orientais e há 15 anos pesquiso sobre sustentabilidade.

Conte-nos como foi a sua participação no processo de criação da peça “Agruras – ensaio sobre o desamparo” do Núcleo Macabéa:

Claudia Melo assina o figurino da peça "Agruras, ensaio sobre o desamparo"
Claudia Melo assina o figurino da peça “Agruras, ensaio sobre o desamparo”

Trabalhar com criação ao lado do Rudinei Borges (amigo, dramaturgo e diretor) é sempre muito prazeroso. Acredito que há uma sintonia super positiva quando trabalhamos juntos. Depois da proposta aceita, conversamos muito sobre as ideias dele. O contato com os atores do Núcleo Macabéa e muita pesquisa foram essenciais para concluir o trabalho de figurino que foi tomando forma pouco a pouco.

O que mais chama a sua atenção na peça do Núcleo Macabéa:

É a eclosão de sentimentos. Ora o mais profundo desespero e dor, ora vazio.

Quais os caminhos o Núcleo Macabéa deve seguir após a primeira temporada da peça “Agruras – ensaio sobre o desamparo”?

O Núcleo Macabéa é formado por jovens super talentosos e com muita garra. O Núcleo deve criar, criar e criar sempre. 

Claudia Melo criou o figurino da peça a partir da concepção do diretor e dramaturgo Rudinei Borges. As peças foram inspiradas em fotos de August Sander. Veja: 

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